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Sexta, 2 de abril de 2004, 11h24 
Livro acusa Courtney Love de ter matado Cobain


Como se Courtney Love não tivesse problemas suficientes no momento, um novo livro que acusa a cantora de ter matado Kurt Cobain acaba de chegar ao mercado americano.

Marcando o décimo aniversário do aparente suicídio do líder do Nirvana, Max Wallace e Ian Halperin, que em 1998 lançaram o livro Who Killed Kurt Cobain?, prepararam um novo volume, batizado de Love and Death.

Os autores garantem ter encontrado novas evidências, incluindo "fitas com segredos terríveis". Nos dois livros eles sugerem que a cantora resolveu encomendar a morte do marido por motivos financeiros: Cobain estava planejando se divorciar de Love, que ficaria apenas com uma pequena parte da fortuna dele, por conta de um acordo pré-nupcial.

O livro insiste que a evidência de que sua morte tenha sido um suicídio não é conclusiva e que, na verdade, a evidência aponta para um assassinato. O conceito pode parecer maluco, mas o livro levanta questões interessantes. Lançado exatamente dez anos após sua morte, ‘Love & Death: The Murder of Kurt Cobain’ , de autoria dos jornalistas Ian Halperin e Max Wallace, faz ressurgir as teorias de conspiração sobre a morte de Kurt. Os autores já escreveram um livro sobre conspiração , ´Who Killed Kurt Cobain´ em 1999) O livro contém novas informações sobre gravações com Courtney Love, sua advogada e amiga Rosemary Carroll. O dono das fitas é Tom Grant, um investigador particular que Courtney contratou para localizar Kurt quando ele sumiu de uma clínica de rehab em Los Angeles dias antes de sua morte. Nas fitas, Carroll implora a Grant que investigue a morte, pois ela acha que foi assassinato e a carta de suicído foi forjada. Ela também diz que o casal estava prestes a se divorciar e que cobain pediu para remover Love de sua herança. Carroll ´madrinha de Frances Bean. Também são mencionadas evidências forênsicas. Segundo relatório do médico perito na cena do crime, a arma foi limpa depois de ter disparado. Mortos não limpam digitais da sua própria arma – disse Halperin. O relatório também diz que no corpo de Kurt havia três vezes a quantidade letal de heroína. Patologistas entrevistados no livro dizem que essa dose deixaria a pessoa inconsciente em segundos, talvez até com a a gulha ainda no braço. Mas os investigadores da cena do crime dizem que o resto da droga tinha sido guardado e a manga da camisa de Kurt tinha sido abaixada. O autor descreve o conflito: os patologistas com quem conversamos dizem que essa dose teria deixado ele incapacitado em questão de segundos. No entanto, ele abaixou a manga da camisa, guardou a heroína, pegou a arma, colocou na boca e disparou. O veredito da morte continua sendo suicídio com um tiro na cabeça no dia 8 de abril de 1994. Os autores estão pedindo a reabertura do inquérito médico, para que essa evidência forênsica seja examinada.Kurt teria 37 anos.


fonte: Reuters

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